Olá a todos!

Este blog foi criado no ambito da disciplina de Área de Projecto, no ano lectivo de 2008/2009 da Escola Secundária de Oliveira do Bairro. Economia vai ser o tema em que nos iremos focar atraves deste blog iremos relatar situações, noticia, casos ocorridos nesta periodo dificil que todo o mundo tenta ultrapassar, a CRISE. Deste modo, o blog será melhorado e actualizado todas as semanas de forma a que se encontre de agrado a todos os visitantes, sugiro que haja criticas de forma a ser melhorado e assim agradavel para todos, e também que os próprios visitantes nos possam ajudar a construir/melhorar.David Gonçalves, Daniel Lima, Margarida Neto e Ricardo Costa, 12ºA ESOB 08/09.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

A fábrica de futuro



A fábrica de futuro que engoliu duas marcas centenárias
Os passos são relativamente simples. Da matéria-prima à pasta, dos moldes à pintura, dos retoques ao forno e, finalmente, às mãos dos clientes. Porém, na fábrica da Cerutil, empresa de cerâmica utilitária criada em 1992 pela Visabeira, não é propriamente simplicidade que se respira. A concorrência asiática e a crise económica obrigam a fazer um pouco mais (se possível, por menos). E, por isso, os passos não ficam por aqui.As peças têm cores de acordo com as tendências Primavera/Verão, faz-se um concurso para premiar e replicar ideias de "design" originais, gasta-se dinheiro em inovações, como a nova linha de revestimentos antiaderentes e produz-se embalagens personalizadas para clientes longínquos e uma linha de peças especialmente para animais de estimação. E, afinal, o que é que isto tudo tem a ver com as clássicas Vista Alegre Atlantis (VAA) e Bordalo Pinheiro? Nada, à excepção do facto de as três operarem no mesmo sector, apesar de com níveis de antiguidade diferentes. Mas não foi isso que impediu o grupo de Viseu de se lançar sobre as duas marcas rivais, fortemente prejudicadas pela quebra de encomendas e por uma indústria já está há muito em crise. Não havia, aliás, outra opção para a Visabeira. Paulo Varela, vice-presidente, admite: "Ou crescíamos o negócio, entrando em áreas complementares, ou corríamos o risco de deixar de ser competitivos e de ter de desistir".( Saiba mais em www.economia.publico.clix.pt/)
In economia.publico.clix.pt 08.05.2009 - 08h54

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