
Presidente eleito dos EUA
Obama avisa que recessão pode "durar anos"
O presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, admitiu hoje que a "recessão durará anos" se o Congresso não injectar somas sem precedente na economia do país, um ponto considerado prioritário no seu primeiro mandato.
"Não acredito que seja tarde para inverter o rumo, mas é preciso tomar uma atitude radical o mais depressa possível", afirmou Obama num discurso proferido na Universidade de Fairfax, Virginia, arredores de Washington.
"Se a situação é má, poderá ser ainda pior", reconheceu, pintando um quadro negro da economia norte-americana, com um bilião de dólares de perdas e uma taxa de desemprego galopante, só comparável à grande depressão de 1929.
A intervenção do presidente eleito, a 12 dias da tomada de posse, em 20 de Janeiro, voltou a estar marcada, como outras antes, pelo imperativo de injectar capital público visando a salvar a economia nacional.
Empresas e contribuintes sofrem o impacte do afundamento do mercado imobiliário, da falta de acesso a crédito e de uma crise económica generalizada que começou a ganhar dimensão em Dezembro de 2008.
No último mês foram suprimidos até 700.000 postos de trabalho nos Estados Unidos, sendo aguardada com expectativa, para sexta-feira, uma comunicação do governo.
Obama avisa que recessão pode "durar anos"
O presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, admitiu hoje que a "recessão durará anos" se o Congresso não injectar somas sem precedente na economia do país, um ponto considerado prioritário no seu primeiro mandato.
"Não acredito que seja tarde para inverter o rumo, mas é preciso tomar uma atitude radical o mais depressa possível", afirmou Obama num discurso proferido na Universidade de Fairfax, Virginia, arredores de Washington.
"Se a situação é má, poderá ser ainda pior", reconheceu, pintando um quadro negro da economia norte-americana, com um bilião de dólares de perdas e uma taxa de desemprego galopante, só comparável à grande depressão de 1929.
A intervenção do presidente eleito, a 12 dias da tomada de posse, em 20 de Janeiro, voltou a estar marcada, como outras antes, pelo imperativo de injectar capital público visando a salvar a economia nacional.
Empresas e contribuintes sofrem o impacte do afundamento do mercado imobiliário, da falta de acesso a crédito e de uma crise económica generalizada que começou a ganhar dimensão em Dezembro de 2008.
No último mês foram suprimidos até 700.000 postos de trabalho nos Estados Unidos, sendo aguardada com expectativa, para sexta-feira, uma comunicação do governo.
(...)
O "pacote" implica cortes nas contribuições fiscais das empresas e das classes médias, o reforço dos programas para assistência médica e dos custos operacionais, bem como um conjunto de investimentos em infra-estruturas, aproveitamento energético e tecnologias de informação.
"É um 'pacote' para enfrentar o problema", quando há milhões de norte-americanos sem nada, concluiu Obama.
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